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Ficha técnica

Título Original: 2 Days in Paris.
Origem: França / Alemanha, 2007.
Direção: Julie Delpy.
Roteiro: Julie Delpy.
Produção: Christopher Mazodier e Thierry Potok.
Fotografia: Lubomir Bakchev.
Edição: Julie Delpy.
Música: Julie Delpy.

Sinopse

Um casal decide ir a Paris para tentar reavivar o relacionamento, mas enfrenta problemas com os pais e ex-namorados dela.

Elenco

Julie Delpy, Adam Goldberg, Daniel Brühl, Marie Pillet, Albert Delpy, Aleksia Landeau, Adan Jodorowsky, Alexandre Nahon, Charlotte Maury-Sentier, Vanessa Seward, Thibault De Lussy, Chick Ortega, Patrick Chupin, Antar Boudache, Ludovic Berthillot, Hubert Toint, Sandra Berrebi, Arnaud Beunaiche, Claude Harold, Benjamin Baroche, Jean-Baptiste Puech, Clément Rouault, Nanou Benhamou, Emma Piesse e Verónica Redondo Moreno.

Informações do DVD

Estúdio: Focus Filmes
Tempo: 97
Recomendação: 14 anos
Região do DVD: Região 4
Legendas: Inglês, Português
Idiomas / Sistema de som:
Inglês – Dolby Digital 5.1
Português – Dolby Digital 2.0
Formato de tela: Widescreen
Informações especiais: Extras: Entrevista com Julie Delpy / Trailers

Ficha técnica

Título Original: Dorothy Mills.
Origem: Irlanda / França, 2008.
Direção: Agnès Merlet.
Roteiro: Agnès Merlet e Juliette Sales.
Produção: Olivier Delbosc, James Flynn, Eric Jehelmann e Marc Missonnier.
Fotografia: Giorgos Arvanitis.
Edição: Monica Coleman.
Música: Nathaniel Méchaly.

Sinopse

Quando uma sombria e religiosa comunidade é sacudida pela morte de uma criança, uma psiquiatra é chamada para examinar Dorothy Mills, a adolescente acusada do crime. Apesar da resistência dos moradores, a terapeuta logo suspeita que Dorothy sofre de distúrbio de múltipla personalidade. Mas quando a garota fala com a voz do filho recém-falecido da médica, o que inicialmente parecia loucura pode ser o que os moradores acreditam… que Dorothy seja um canal com os mortos.

Elenco

Carice van Houten, Jenn Murray, David Wilmot, Ger Ryan, David Ganly, Gary Lewis, Rynagh O’Grady, Joe Hanley, Gavin O’Connor, Charlene McKenna, Louise Lewis, Ned Dennehy, Marie Mullen, Sean Stewart, Eamonn Owens, Ian Lloyd Anderson, Michelle Forbes, Helen Norton, David Murray, Niamh Shaw, Barbara Adair, Glenn Gannon, Clara McCormack, Jordan Lee McGrath e David Nesbitt

Informações do DVD

Estúdio: Paramount Pictures
Tempo: 101
Cor: Colorido
Recomendação: 16 anos
Região do DVD: Região 4
Legendas: Inglês, Português
Idiomas / Sistema de som:
Inglês – Dolby Digital 5.1
Português – Dolby Digital 2.0
Formato de tela: FullScreen

Ficha técnica

Título Original: Los Abrazos Rotos.
Origem: Espanha, 2009.
Direção: Pedro Almodóvar.
Roteiro: Pedro Almodóvar.
Produção: Esther García.
Fotografia: Rodrigo Prieto.
Edição: José Salcedo.
Música: Alberto Iglesias.

Sinopse

Harry Caine, um cego escritor, que chega a esta profissão, quando ele tem que curar suas feridas, de 14 anos atrás, quando sua mulher morre em um acidente de carro.

Elenco

Penélope Cruz, Lluís Homar, Blanca Portillo, José Luis Gómez, Tamar Novas, Rubén Ochandiano, Marta Aledo, Agustín Almodóvar, Enrique Aparicio, Yuyi Beringola, Javier Coll, Juan Bautista Cucarella, Sabine Daigeler, Sergio Díaz, Lola Dueñas, Lyng Dyrup, Viviana Espinoza, Asier Etxeandia, Jaime Fernández-Cid Buscató, Mariola Fuentes, Carlos García Cambero, Esther García, Javier Giner, Fernando Iglesias, Chus Lampreave, Carlos Leal, Fernando Lueches, Carmen Machi, Kiti Manver, Dani Martín, Kira Miró, Ángela Molina, Rossy de Palma, Jons Pappila, Ramón Pons, Diego Romaña Garcia, Chema Ruiz, Carlos Sampedro, Jaime Santos Gonzalez, Alejo Sauras, Cote Soler e Enrique Vargas.

Premiações

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro. Indicado ao BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro. Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes.

Confira o trailer de Abraços Partidos

Informações do DVD

Estúdio: Universal Pictures do Brasil
Tempo: 127
Cor: Colorido
Recomendação: 14 anos
Região do DVD: Região 4
Legendas: Português, Espanhol
Idiomas / Sistema de som:
Português – Dolby Digital 5.1
Espanhol – Dolby Digital 5.1

Crítica

“É preciso terminar os filmes, mesmo que às cegas”. A frase é do personagem Mateo Blanco (Lluís Homar) em Abraços Partidos, mas bem que poderia ter saído a qualquer tempo da boca do próprio Pedro Almodóvar tamanho é o seu didatismo para exemplificar a que se propõe a mais nova produção do premiado diretor espanhol.

É difícil analisar uma obra sua sem se voltar para a sua cinematografia tão peculiar e repleta de produções memoráveis, como Fale Com Ela, Volver e Tudo Sobre Minha Mãe, apenas para citar alguns exemplos. Suas referências em tons de cores, na criação de personagens e no equilíbrio entre humor e sutilezas parecem preceder a fama de qualquer produção sua e, ver isso na tela de uma maneira ligeiramente diferente, é quase uma subversão diante da expectativa de quem assiste ao filme.

Nesse sentido, Abraços Partidos funciona como um grito de liberdade ou um clamor de independência – sensações já conquistadas pelo diretor. Assim como em suas outras obras há nuances nitidamente biográficas em alguns dos personagens. Aqui, Mateo Blanco é, de certa forma, uma espécie de alter ego do próprio diretor, seja na forma apaixonada com que desenvolve o seu trabalho – apesar das dificuldades causadas pelo fato de ser deficiente visual.

É justamente essa paixão a força motriz que não o impede de continuar produzindo seus filmes “ainda que às cegas”. Há algo mais em questão do que apenas os aspectos de som e imagem. Há uma sensação quase que um dever autoritário de expressar um sentimento através da sétima arte. Nesse quesito, talvez Almodóvar nunca tenha feito uma declaração tão apaixonada sobre a sua profissão.

As “cores de Almodóvar” estão presentes mais uma vez nos cenários, no figurino na maquiagem das atrizes e na composição de suas cenas. Há um domínio completo do seu senso estético que basta um quadro apenas para termos certeza de estar diante de uma obra do diretor. No entanto, embora o filme tenha um roteiro bem estruturado, falta uma certa dose de consistência e de equilíbrio.

Alguns personagens, como é o caso de Ray X (Rubén Ochandiano), acabam se tornando caricatos ao extremo em momentos que o desenvolvimento da trama não pede isso. Assumidamente homossexual, sua afetação, proposital em diversas cenas, acaba soando como uma espécie de pastelão. A sua obsessão por se aproximar do diretor e filmar nos mais diversos e íntimos ângulos a relação crescente entre Mateo e Lena (Penélope Cruz), da maneira como é mostrada coloca o personagem de maneira deslocada no roteiro.

Em seus filmes esta é uma característica comum e, quando bem pontuada, rende ótimos frutos mostrando a sua ironia fina e sensibilidade para ir do drama à comédia num piscar de olhos. Porém, quando exacerbada, e por tão longo período, acaba confundindo e revelando-se uma muleta clichê em seu próprio trabalho.

Mesmo cometendo deslizes há que se ressaltar o domínio sobre o trabalho que Almodóvar apresenta. No filme dentro do filme – a comédia Chicas y Maletas – Almodóvar visita seus melhores momentos no gênero, como em Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos.

Penélope Cruz, em seu quarto filme com o diretor, se mostra convincente ao transpor para o espectador uma nova atuação dentro da sua própria atuação. A jornada da personagem Lena passa por secretária, esposa dedicada, amante infiel e atriz de segunda categoria. Em todos os momentos, sutis nuances de sua interpretação podem ser percebidas o que, além de ser um trabalho difícil e digno de atenção, é responsável por boa parte da sustentação da trama.

Infelizmente, o resultado final de Abraços Partidos, fica aquém dos principais trabalhos de Almodóvar. No entanto, no caso do diretor, ter uma produção alguns degraus abaixo em sua escala não chega a ser nenhum demérito. Pelo contrário, ele ainda consegue se posicionar à frente do trabalho de muitos e apresentar uma história interessante, ainda que por um viés destoante de sua filmografia. A capacidade de se reinventar é um dom que poucas pessoas tem e, quando o possuem, falta coragem para colocá-lo em prática. E nessas horas, é melhor ter um Almodóvar que tente acertar pelo excesso do que um diretor que erre pela omissão.

Nota 7

Ficha técnica

Título Original: Chéri.
Origem: Inglaterra / França / Alemanha, 2009.
Direção: Stephen Frears.
Roteiro: Christopher Hampton, baseado em livro de Colette.
Produção: Andras Hamori, Bill Kenwright, Thom Mount e Tracey Seaward.
Fotografia: Darius Khondji.
Edição: Lucia Zucchetti.
Música: Alexandre Desplat.

Sinopse

A história da relação amorosa entre a cortesã aposentada Léa e Chéri, filho de sua antiga companheira de profissão e rival, Madame Peloux.

Elenco

Michelle Pfeiffer, Frances Tomelty, Tom Burke, Rupert Friend, Hubert Tellegen, Joe Sheridan, Kathy Bates, Toby Kebbell, Felicity Jones, Iben Hjejle, Alain Churin, Bette Bourne, Nichola McAuliffe, Andras Hamori, Gaye Brown, Rollo Weeks, Natasha Cashman, Jack Walker, Anita Pallenberg, Harriet Walter, Jim Bywater, Stephen Frears e Junix Inocian.

Confira o trailer de Cheri

Informações do DVD

Estúdio: Califórnia Filmes
Cor: Colorido
Recomendação: 14 anos
Região do DVD: Região 4
Legendas: Português
Idiomas / Sistema de som:
Inglês – Dolby Digital 2.0
Português – Dolby Digital 2.0
Formato de tela: Widescreen

Michelle Pfeiffer, Frances Tomelty, Tom Burke, Rupert Friend, Hubert Tellegen, Joe Sheridan, Kathy Bates, Toby Kebbell, Felicity Jones, Iben Hjejle, Alain Churin, Bette Bourne, Nichola McAuliffe, Andras Hamori, Gaye Brown, Rollo Weeks, Natasha Cashman, Jack Walker, Anita Pallenberg, Harriet Walter, Jim Bywater, Stephen Frears e Junix Inocian.

Ficha técnica

Título Original: Det Sjunde Inseglet.
Origem: Suécia, 1956.
Direção: Ingmar Bergman.
Roteiro: Ingmar Bergman, baseado em peça de Ingmar Bergman.
Produção: Allan Ekelund.
Fotografia: Gunnar Fischer.
Edição: Lennart Wallén.
Música: Erik Nordgren.

Sinopse

Ao voltar das Cruzadas, um cavaleiro encontra a Suécia transformada numa terra do caos pela peste negra. Ao encontrar a morte em seu caminho, ele propõe um jogo de xadrez como esforço desesperado para salvar seus súditos.

Elenco

Gunnar Björnstrand, Bengt Ekerot, Nils Poppe, Max von Sydow, Bibi Andersson, Inga Gill, Maud Hansson, Inga Landgré, Gunnel Lindblom, Bertil Anderberg, Anders Ek, Åke Fridell, Gunnar Olsson e Erik Strandmark.

Premiações

Festical de Cannes – Grande Prêmio do Júri.

Informações do Blu-ray

Estúdio: Versatil
Tempo: 96
Cor: Colorido/P&B
Recomendação: 14 anos
Região do DVD: Multi-Região
Legendas: Português
Formato de tela: Widescreen
Informações especiais: Idioma do Filme: Sueco – Áudio: LPCM 1.0
Extras: Documentário “A Ilha de Bergman” (86 min.) / Trailer de Cinema

Informações do DVD

Estúdio: Versátil Seleções
Tempo: 95
Cor: Preto & Branco
Recomendação: 14 anos
Região do DVD: Região 4
Legendas: Português
Formato de tela: FullScreen
Informações especiais: Trailer de cinema – Filmografias – Biografias – Menus interativos – Seleção de cenas – Idioma: Sueco – Dolby Digital 2.0